Explicação Portuguese
A surpreendente verdade sobre o seu desejo de felicidade
Unidade 25/Proclamação Portuguese
O problema de encontrar a felicidade foi contemplado durante milhares de anos. Você sabia que novos estudos demonstram que as nossas conexões sociais melhoram a saúde e o bem-estar?
Explicação Portuguese
(00 – 26) Marcos: Com 4 milhões de seguidores no TikTok, a conta @areyouhappy tem uma premissa muito simples. Alguem com um telefone aborda pessoas aleatórias na rua e faz a pergunta desarmante: “Você é feliz?” As respostas são tão diversas quanto o número de publicações. Algumas dizem imediatamente que são felizes. Outras não têm tanta certeza. Há aqueles que dizem ser felizes pelas relações que mantêm, pela vida que levam ou porque ajudam os outros.
(27 – 50) O interessante é que existem muitas pessoas que parecem não acreditar que a felicidade realmente exista, ou pelo menos que ela não é duradoura. “Seletiva e periodicamente”, respondeu uma mulher. “Não acho que alguém seja verdadeiramente feliz.” A pessoa que segura a câmera pergunta a essa mulher em particular: “Então, o que você faz quando não está feliz?” A mulher pensa e depois responde: “Me distraio”.
(51 – 1:15) O problema de encontrar a felicidade tem sido observado há milhares de anos e é frustrantemente complicado. A busca obstinada pela nossa própria felicidade muitas vezes cria em nós uma obsessão egoísta com a nossa própria satisfação. E há ainda o problema da aparente qualidade temporária da felicidade. Mesmo o momento mais feliz desaparece rapidamente na memória e ficamos em busca da felicidade continuamente.
(1:16 – 1:43) O personagem principal de Liev Tolstoy em seu romance A Morte de Ivan Ilitch, aprende essa lição tarde demais. Tolstoi escreveu muitos livros nos quais os personagens tentam desesperadamente alcançar a felicidade de várias maneiras. Em seu leito de morte, Ilyich percebe que buscar a felicidade em sua carreira o levou a negligenciar sua família e sua alma. Tolstoi parece pintar um quadro muito claro da realidade: que a busca pela felicidade nos leva a uma profunda infelicidade.
(1:44 – 2:17) Livros de autoajuda e gurus dizem para você “fazer o que te faz feliz”. Mas isto ainda nos deixa com o problema de definir a felicidade. A ideia de que a felicidade é a busca pelo prazer e a redução da dor, foi explorada na antiga filosofia grega do hedonismo. Poderíamos tentar identificar coisas que nos deixam infelizes e dizer que a felicidade é a ausência dessas qualidades negativas. Portanto, sustentavam os hedonistas que podemos encontrar a felicidade simplesmente buscando experiências prazerosas e evitando o sofrimento.
(2:18 – 2:32) Mas ainda nos resta a vigilância constante de evitar a dor e buscar o prazer. E aquelas experiências de felicidade que vêm com sofrimento ou sacrifício? Como o parto ou o amor. Também exigem que tenhamos relacionamentos com outras pessoas, e não apenas prazeres individuais.
(2:33 – 2:55) Um dos estudos mais longos já realizados tentou responder como definir uma vida boa. O Estudo de Harvard sobre o Desenvolvimento Adulto acompanhou mais de 700 homens americanos de diversas origens do final dos anos 1930 até o início dos anos 2000. O estudo analisou a cada dois anos suas carreiras, vidas familiares, relacionamentos e até mesmo a saúde.
(2:56 – 3:28) O autor Robert Waldinger escreveu um livro resumindo as descobertas deste estudo chamado “a boa vida: lições do mais longo estudo científico sobre felicidade do mundo”. Numa palestra no TED, Waldinger explicou que não era o dinheiro, a fama, as experiências ou os bens que faziam as pessoas felizes. “Bem, as lições não são sobre riqueza ou fama ou trabalhar mais e mais arduamente. A mensagem mais clara que recebemos deste estudo de 75 anos é esta: Bons relacionamentos nos mantêm mais felizes e saudáveis. Ponto final.”
(3:29 – 3:59) Waldinger resumiu três lições principais deste estudo. Primeiro, ter conexões sociais é melhor para a nossa saúde e bem-estar. Os dados sugerem que a solidão leva a uma expectativa de vida mais curta em comparação com pessoas em relacionamentos saudáveis. Em segundo lugar, ter ligações estreitas de maior qualidade é mais importante para o nosso bem-estar do que a quantidade de conexões. E terceiro, ter bons relacionamentos não é bom apenas para o nosso corpo, mas também para o nosso cérebro.
(4:00 – 4:22) No final das contas, a busca pela felicidade nos leva de volta às outras pessoas. Mas agora nos resta fazer algumas perguntas sobre a natureza dos relacionamentos felizes. O que torna os relacionamentos bons, saudáveis e fortalecidos? Como devemos tratar uns aos outros? E como encontramos, através destas relações, a verdadeira felicidade?
Mantenha-se atualizado com os lançamentos de vídeos, anúncios e mais!
Ao enviar este formulário, você consente em receber e-mails sobre Real+True e outros projetos da OSV.