Explicação Portuguese
Os 10 Mandamentos. A Lei do Amor de Deus
Unidade 29/Proclamação Portuguese
Podemos acreditar que é difícil provar uma “lei moral”, mas acontece que as leis do mundo físico também podem ser igualmente desafiadoras. Onde devemos procurar para encontrar a verdade?
Explicação Portuguese
(00:00 – 00:23) Marcos: No pátio da Universidade de York, na Inglaterra, cresce uma importante árvore. É uma macieira antiga que começou como um enxerto, retirado do jardim do senhor Isaac Newton em Lincolnshire. No verão de 1666, a mesma árvore de onde veio o enxerto ajudou Isaac Newton a questionar a natureza da gravidade.
(00:24 – 00:37) Mas aqui está o problema: você pode ter ouvido, ou até mesmo dito, que Isaac Newton “descobriu” a gravidade. Mas parece absurdo acreditar que um homem do século XVII tenha descoberto algo que os humanos vivenciam desde o início dos tempos.
(00:38 – 00:52) Isaac Newton não inventou ou descobriu a gravidade no sentido de que encontrou algo que ninguém havia encontrado antes, ou inventou algo em que ninguém havia pensado antes. Em vez disso, ele começou a pensar de uma nova maneira sobre algo que sempre existiu.
(00:53 – 1:16) Os cientistas exploram o mundo natural e definem o que observam. Uma parte importante da investigação científica é prever com precisão como o mundo se comportará. Isto leva os cientistas a definirem “leis da natureza”. Talvez você as tenha conhecido na escola. Por exemplo, a lei da gravitação de Newton, suas leis do movimento ou a lei dos gases sob pressão de Boyle.
(1:17 – 1:45) Quando cientistas, como Isaac Newton, observam coisas caindo no chão, eles tentam descrever a realidade de uma forma que seja universal e ajude a prever outros fenômenos no mundo. A lei da gravitação universal de Newton afirma: “Cada partícula atrai todas as outras partículas do universo com uma força que é proporcional ao produto de suas massas e inversamente proporcional ao quadrado da distância entre seus centros”. Uau. Isso é muito para apenas uma maçã.
(1:46 – 2:11) Mas o que acontece quando uma lei da natureza é contrariada? Por exemplo, a luz não tem massa e não deve ser afetada pela gravidade. No entanto, é afetada pela gravidade através de um processo chamado lente gravitacional. Anos depois de Newton, Albert Einstein apresentou uma compreensão mais sutil de como as forças gravitacionais atuam nos objetos em sua teoria da relatividade geral.
(2:12) Uma forma de reconciliar Newton e Einstein é ver as leis da natureza como definições dentro de uma estrutura para a compreensão do mundo. Quando os cientistas descobrem que uma lei nem sempre é verdadeira, podem rever a lei ou a estrutura para compreender a realidade.
(2:28) Por exemplo, na física newtoniana, os átomos e suas partes são pensados da mesma forma que pensamos nos planetas que orbitam o Sol. Mas foi através de vários estudos que os cientistas mostraram que não era apenas a lei que era imprecisa, mas que ver os átomos e as partículas como objetos discretos não mostrava o quadro completo. Este foi o nascimento da física quântica, que descreve com mais precisão como as coisas se comportam e interagem em escala atômica e subatômica.
(2:56) As coisas ficam mais difíceis quando começamos a falar sobre pessoas. Por exemplo, o campo da psicologia está repleto de hipóteses que se baseiam em estruturas diferentes para a compreensão da pessoa humana e da mente.
(3:09) Em Mero Cristianismo, C.S. Lewis pede para imaginarmos estar em um ônibus ou trem e ouvir duas pessoas brigando por um assento. Podemos ouvir as duas pessoas dizerem coisas como “Esse é o meu lugar, estou aqui primeiro” ou “Por que você deveria escolher o assento primeiro?” O que podemos aprender ao ouvirmos estes argumentos é que parece haver algum tipo regra de comportamento humano justo e decente. Brigar, diz ele, é uma ação física, mas discutir é tentar mostrar que a outra pessoa está errada.
(3:41) Ou seja, mesmo que duas pessoas tenham ideias diferentes sobre o que é justo, partilham um entendimento comum do próprio princípio da justiça e, portanto, de como as pessoas devem agir nesta situação. Agora entramos no reino da moralidade!
(3:56) Quando dizemos que certas ações humanas são “boas” ou “más”, estamos definindo uma lei moral que as pessoas deveriam seguir. Isto leva-nos a uma velha questão que as pessoas têm debatido durante séculos: como determinamos se estamos certos sobre estas leis morais? O que estamos realmente debatendo é se existe uma lei moral objetiva e universal. Ou seja, uma lei que valesse para todos. E esta lei moral conteria verdades sobre mais do que apenas a ação humana. Falaria também de algo universalmente verdadeiro sobre a pessoa humana e sobre a natureza da própria realidade.
(4:30) As leis morais pressupõem um “destino” para a pessoa humana. Assim como a lei da gravidade implica uma estrutura para a compreensão da natureza na qual a matéria é composta de partículas, as leis morais implicam uma estrutura que busca entender para quê foi criada a pessoa humana. Se ouvirmos “Você não deve mentir” sem saber o fim que desejamos alcançar, será difícil saber se essa lei moral específica é verdadeira.
(4:56 – 5:09) Então, qual é a estrutura, natureza, destino ou propósito que devemos usar para compreender a pessoa humana? Para que fomos feitos? E para onde vamos? E que curvas devemos evitar se quisermos chegar lá?
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