Proclamação Portuguese
A relação entre decisões, emoções e lógica
Unidade 26/Explicação Portuguese
Como seres humanos com livre arbítrio, somos responsáveis por escolher entre o certo e o errado. Discernir o que é certo ou errado, bom ou ruim é o que chamamos de moralidade.
Proclamação Portuguese
(00 – 14) Gabi: Quando eu era criança, durante as férias, nossa família costumava separar a mesa dos adultos e a mesa das crianças. Todos os primos mais novos se sentavam à mesa das crianças para as refeições. Eu sonhava com o dia em que poderia me sentar à mesa dos adultos.
(15 – 23) Marcos: eu também. E à medida que você cresce, fica cada vez mais interessado nas conversas dos adultos. Mas lembro que tinha muita coisa na mesa dos adultos que eu não entendia.
(24 – 38) Gabi: Os adultos não se comportam como crianças à mesa durante o jantar. Há um nível de respeito que os adultos têm entre si durante a conversa. Os adultos compreendem as regras de etiqueta à mesa; como pedir para alguém passar o pão, ou ouvir e participar da conversa para que ela flua.
(39 – 51) Marcos: As crianças precisam crescer e aprender as regras de etiqueta à mesa. Mas, mais do que isso, as crianças devem aprender a como estar ’em relação’ com outras pessoas à mesa durante o jantar, aprender a ter consideração as outras pessoas.
(52 – 58) Gabi: Pode-se dizer que, quando somos crianças, estamos aprendendo a nos comportar para o bem comum, como em uma boa refeição.
(59 – 1: 19) Marcos: E, claro, diferentes culturas têm diferentes expectativas para comer juntos à mesa. Isso também acontece em cada relação entre pessoas. Cada equipe, comunidade, casal e família tem expectativas sobre como cada pessoa deve agir e que tipo de comportamento contribui ou não para um relacionamento saudável.
(1:20 – 1:31) Gabi: Pode ser tentador pensar nessas expectativas como “regras” arbitrárias que limitam nossa liberdade. Mas na realidade, essas expectativas são uma oportunidade para usar nossa liberdade em benefício das relações.
(1:32 – 1:50) Marcos: E Como seres humanos, enfrentamos muitas decisões todos os dias, e temos a liberdade de escolher como nos comportamos em cada situação. Os animais não têm essa capacidade. Deus nos criou à Sua imagem e semelhança e quer que aprendamos a usar nossa liberdade para escolher o amor e a bondade, e escolher estar com Ele.
(1:51 – 2:11) Gabi: Já que escolhemos como agimos, nossa liberdade traz consigo uma responsabilidade por nossas ações. Isso nos deixa com essa decisão antes de cada ato: qual é a maneira certa de agir nesta situação específica? Isso é o que chamamos de moral. Somos responsáveis por escolher entre o certo e o errado, entre atos bons e maus.
(2:12 – 2:30) Marcos: Exato! Deus não criou robôs que O amam porque simplesmente fazem o que são programados para fazer. Na verdade, isso não é amor. No coração do amor há uma escolha livre da vontade. Se alguém é obrigado a agir de certa maneira, isso não é amor. E por amor, Deus nos permite escolher livremente.
(2:31 – 2:54) Gabi: Constantemente enfrentamos decisões sobre como deveríamos agir. Podemos escolher agir de maneiras que nos permitam participar cada vez mais da beatitude de Deus, ou podemos escolher o oposto, o que chamamos de mal e pecado. Portanto, para exercer nossa liberdade como deveríamos, é necessário trabalhar para entender a natureza da beatitude de Deus e compreender a realidade dessa relação e suas regras, para saber como agir.
(2:55 – 3:01) Marcos: É como se Deus estivesse à mesa dos adultos e precisássemos aprender como é escolher o bem em cada situação, assim como Jesus faz.
(3:02 – 3:21) Gabi: Dado que Deus nos criou com um anseio inato de felicidade, nosso sentido moral surge de uma atração natural para o bem, e nos ajuda a discernir entre o bem e o mal. Nos lugares mais profundos de nosso coração, podemos ouvir a voz de Deus nos chamando ao amor, a fazer o que é bom e a evitar o mal. Chamamos a esse senso do bem e do mal, a nossa consciência.
(3:22 – 3:39) Marcos: O pecado pode nos tentar a acreditar que um ato maligno nos trará felicidade. Quando escolhemos o bem, crescemos em liberdade e em nossa capacidade de escolher o bem de novo. E quando escolhemos o mal, enfraquecemos em nosso sentido do bem e do mal, e em nossa capacidade de escolher o que é bom na próxima vez.
(3:40 – 3:51) Gabi: Deus nos revelou claramente quais atos são malignos e como é a bondade através dos 10 Mandamentos e das Bem-aventuranças. Podemos aprender a amar da maneira que Deus ama ao entender as “leis da mesa” de Deus.
(3:52 – 4:20) Marcos: Jesus também revela como é escolher o bem o tempo todo. De certa forma, Jesus nos permite ver e ouvir como é a vida da Trindade. Podemos observar e ouvir as três pessoas da Trindade em sua mesa de jantar. Podemos ouvir como se tratam, como o Pai, o Filho e o Espírito Santo falam entre si e como se amam. Através de Jesus, podemos ser adotados como filhos e filhas de Deus e aprender como é a vida de Deus.
(4:21 – 4:41) Gabi: Jesus quer nos dar a graça de vencer o pecado e nossas fraquezas, para que sejamos fortes o suficiente para nos sentarmos à mesa com a Trindade. Através dos sacramentos, somos presenteados com a vida de Deus. O Pai e o Filho enviam o Espírito Santo aos nossos corações através dos sacramentos. E com essa graça, somos fortalecidos e curados do pecado, e começamos a participar da vida da Trindade.
(4:42 – 5:04) Marcos: Somos fortalecidos para que possamos começar a agir, falar e amar da mesma maneira que Jesus faz, porque, através de nossa vida no Espírito Santo, Jesus mesmo está vivendo em nós. À medida que aprendemos a escolher o que é bom e a praticar o bem, estamos fortalecendo um hábito de escolher agir como Jesus age à mesa. Chamamos a esse hábito de escolher o bem uma “virtude”.
(5:05 – 5:22) Gabi: E vemos como isso se reflete na vida de bondade de Jesus. Por isso, devemos evitar o mal e escolher viver como Jesus vive, como filhos e filhas de Deus. Porque Deus deseja que vivamos com liberdade e nos convida a decidir sermos seus filhos e filhas adotivos.
U.29 / Explicação Portuguese
Ao nos dar os 10 Mandamentos, Deus definiu de forma clara quais ações são consideradas pecado, portanto más, para que possamos nos libertar do pecado e escolher o caminho do…
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Os três primeiros mandamentos mostram-nos o caminho para a vida de amor, alegria e paz para a qual fomos criados.
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